(: Mulekka :)


Domingo , 23 de Outubro


Recepção, Interpretação e Dramatização de Conteúdo Escolar

UFBA - Universidade Federal da Bahia

FACED – Faculdade de Educação

CURSO – Licenciatura em Pedagogia

CICLO QUATRO

ATIVIDADE – 427 Recepção, interpretação e dramatização de conteúdo escolar.

PROFESSOR DA ATIVIDADE – Cláudio Cajahiba

PROFESSORES-CURSISTAS –  Ambrósia, Ana Cácia, Ariston, Ivanilton, Giselda, Judite Márcia, Rosangela e Valneide.

 

           A atividade aconteceu nos dias 23 e 24 de setembro, sendo dois momentos bem distintos, com metodologias diferenciadas e bastante interessantes. No primeiro dia tivemos momentos de descontração que vieram na hora certa, uma vez que, cada um de nós se encontra muito tenso, cansado e estressado da maratona diária que cada um vive. O corre-corre de uma escola para outra, da escola para a faculdade, desta para as atividades domésticas e outras mais.

         Esperávamos mais uma atividade teórica, no entanto, nada de cadeiras, leituras... Alongamentos, troca de energia, caminhadas de um lado para  o outro, brincadeiras, foi o que fizemos durante  as quatro horas iniciais. Fantástico, ao final, a descontração era total, da tensão inicial, nada restara.

         Em meio a esse processo dinâmico e criativo consideramos o momento muito relevante para o curso. Compreendemos que a teoria pode estar vinculada a diferentes performances, que é possível que, exercícios como os que fizemos possam auxiliar a nossa prática, objeto maior de nossa formação.

         O processo metodológico do segundo momento difere-se do primeiro, inicialmente, o professor faz uma exposição das principais idéias sobre performance, recepção e leitura, aula expositiva é sempre igual, o conteúdo em pouco se parecia com a dinâmica do processo do dia anterior, bom momento para repensarmos nossas aulas. A divisão de fragmentos do texto trabalhado, retomou o clima dinâmico que permeou quase toda a atividade, e apesar do pouco tempo disponibilizado para estudo e organização da apresentação todos os grupos conseguiram realizá-los.

          Percebemos que as atividades práticas que foram realizadas durante a oficina estavam  ligadas  a recepção e performance, pois exigiam o tempo todo estarmos atentos  aos comandos do corpo, ele é materialização daquilo que é próprio, realidade vivida e que determina realização com mundo. Exemplo de um exercício trabalhado na aula que existe performance: O jogo do bastão: Constroem-se um bastão com papelão e vai passando de pessoa para pessoa, começando em ritmo lento e aumentando com o passar do bastão.

1ª REGRA: Quem deixar cair o bastão uma vez poderá usar somente uma das mãos para pegar o bastão.

2ª REGRA: Ao deixar cair duas vezes ajoelha e utiliza somente uma das mãos para segurar o bastão.

3ª REGRA: Se derrubar o bastão três vezes sai da brincadeira.

Escrito por Gillmonteiro às 23h41
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A performance de qualquer jeito modifica. Ela não é simplesmente um meio de comunicação, comunicando ela o marca. Quando estamos trabalhando com determinados assuntos, e que muitas vezes existe formas diferentes de serem interpretadas, a hermenêutica e a recepção estão presentes neste momento. E nós professores precisamos ficar atentos quanto a forma que podem estar sendo interpretadas por eles, pois a forma de recepção e interpretação precisam também serem avaliadas.

 

Cena 1 – Observamos que o grupo trouxe uma reflexão sobre as questões políticas que vêm nos afligindo constantemente.  Não há como não nos sentir atingidos pelas inúmeras atitudes insanas dos políticos, que interferem diretamente na nossa vida, não sabemos ao certo se somos vítimas ou réus o certo é que essas questões não passam despercebidas aos nossos olhos.

Cena 2 -  A disputa entre o ensino tradicional e as novas propostas baseadas na teoria construtivista serviram de base para  a apresentação do grupo. De acordo com Dithey o entendimento das partes só pode se dar a parte do todo, a compreensão só pode se dar no movimento de repetição destes procedimentos, de colocar a parte em relação ao todo e o todo explicar as partes.

Cena 3 - Estamos vivendo um momento histórico muito importante. Vários segmentos sociais lutam pelos seus direitos de inclusão na sociedade. É o que acontece com as mulheres, negros, sem-terra e tantos outros excluídos. Como esses, há um outro grupo de excluídos – as pessoas com deficiência, que não têm acesso aos direitos que devem pertencer a todos: educação, saúde, trabalho, locomoção, transporte, esporte, cultura e lazer.

Leis têm sido criadas para a garantia desses direitos, o que já é um grande passo. Como todo processo social, este também é complexo e acontece de forma gradual. Afinal, para que a inclusão aconteça é preciso modificar séculos de história, de preconceitos muito arraigados, de ambos os lados.

Cena 4 -  A concorrência acirrada faz com que algumas empresas usem a publicidade, uma forma legítima de divulgação para iludir o consumidor, prometendo muito mais do que oferecem. As instituições manipulam pesquisas de opinião para enaltecer determinado produto ou serviço e assim por diante. Na maioria das vezes, o consumidor só descobre que foi enganado depois de adquirir e pagar pelo produto.

Percebemos que os grupos buscaram trazer o texto para sua prática, aspecto que consideramos muito positivo, pois demonstra que o curso tem favorecido uma constante práxis pedagógica. A oportunidade em participar da atividade - Recepção, interpretação e dramatização de conteúdo escolar, possibilitou aprimoramos nosso olhar e percebermos o quanto somos presas a convicções, medos de errar e desta forma buscarmos contribuir para que nossos alunos tenham em nós exemplos de pessoas que conseguem deixar refletir o seu eu e com isso se abrir para o mundo.

Concluímos ser o processo metodológico utilizado muito eficiente e prático, conseguindo oportunizar significativas aprendizagens e despertar interesse pelo tema trabalhado.

 

 

Referências

ZUMTHOR, Paul. Performance, recepção, leitura. São Paulo: EDUC, 2000.

SOARES, Luiz Cláudio Cajaíba. Hermenêutica, estética e recepção.

Escrito por Gillmonteiro às 23h40
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AS BRUXAS ESTÃO SOLTAS !!!

PENAS QUE SÃO SÓ AS BRUXAS.

 

Escrito por Gillmonteiro às 17h10
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Domingo , 02 de Outubro


INCLUSÃO DIGITAL



Nos últimos anos tem-se falado muito sobre tecnologia, sobre inclusão digital. E em embora em alguns lugares do mundo não haja se quer energia, essa febre tecnológica vem se espalhando cada vez com mais intensidade.


mais ou menos 50 anos atrás, ninguém previa que o intercâmbio entre os homens e a máquina seria tão grande,como também não era possível imaginar que essa união seria tão forte e tão proveitosa a tal ponto de hoje de que não se pode imaginar que por um motivo ou outro alguém não esteja inserido nesse “mundo digitalizado”, e se estiver fora, é considerado um excluído digitalmente.


Contudo, além das dificuldades financeiras encontradas por boa parte do povo brasileiro, podemos falar também que existe uma grande resistência que as pessoas tem em aderirem a essa nova forma de interagir com as pessoas, com o mundo de forma tecnológica.


Mesmo porque, está incluído digitalmente não dizer apenas ter acesso a internet ou possuir um computador em casa, mas o uso que se faz dessa tecnologia tão rica e inovadora, capaz de nos ajudar com seus “truques mágicos”, facilitando a interação dos fatos em tempo real com concisão e rapidez. São esses “truques mágicos” que a principio nos seduz a interagir com a máquina, que nos convida a conectarmos com o mundo e isso acontece de forma tão natural que nem percebemos a rapidez desse contagio e quando menos esperamos já incluídos digitalmente.


Falando assim, essa inclusão parece fácil, porém não é tão simples quanto se deseja, em alguns momentos o não acesso aos meios que provoca essa inclusão chega a somar um grande número de pessoas, já em outros casos a resistência encontrada em aderi à informatização também mantém muitas pessoas longe dessa classe informatizada, como por exemplo aqui na cidade de Irecê muitos cursistas ainda não estão inseridos simplesmente fato de ainda ter resistência ao uso dos computadores (haja vista que temos com freqüência oficinas que nos ajudam bem como o laboratório de informática conectado a internet para os que ainda não possuem o computador em casa) e essa resistência faz com que deixem de interagir de forma mais dinâmicas e digitalizada com os demais cursistas.


Acredito que, o desejo de adaptar-se ao novo seja o primeiro passo para essa inclusão digital, e pensando que a inclusão seja um processo de ensino de forma interativa, não tem como manter-se longe desse processo, o ser humano não é como uma ilha, precisa da interação dos demais para poder progredir, ensinar, aprender, descobrir. Está incluído digitalmente é deixar de ter um mero papel passivo de consumidor de informações, bens e serviços passando então a atuar também como produtor (informações, bens serviços).


Vencida a barreira da resistência, tudo fica mais fácil e proveitoso. A sua inclusão digital já está se iniciando. Arregace as mangas e desfrute das vantagens das oferecidas pela tecnologia.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



LEVI, Pierre. As Tecnologias Intelectuais.


SILVAFILHO, Antônio Mendes; Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/

GUIMARÃES JR, Mario José Lopes, A ciber Cultura e o Surgimento de Novas Formas de Sociabilidade; Disponível em: http://www.chh.usfsc.br/~guina

Escrito por Gillmonteiro às 00h41
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